Garrafada na polícia
   Flávio  Saraiva  │     31 de maio de 2016   │     14:30  │  0

pmferido02Durante a 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT (Parada Gay), em São Paulo, um policial militar foi covardemente agredido com uma garrafada na cabeça, tendo como suspeito um homem também acusado de furtar pertences dos participantes.

As imagens do ataque foram apresentadas nos telejornais mas sem repercussão proporcional caso fosse o militar agressor. Até agora, não sabemos o nome do policial agredido, não sabemos a intensidade da lesão sofrida, se deixará cicatrizes visíveis, onde foi atendido etc. Acreditem, nem mesmo no site da própria corporação há repercussão do caso.

Fosse o militar autor de lesão decorrente de seu trabalho todos saberiam seu nome, ficha funcional investigada, entrevista com os comandantes hierárquicos e possível afastamento temporário durante procedimento de investigação administrativa. Não vi entrevista com o policial militar sobre a repercussão do caso no ambiente familiar, consequências na sua motivação para continuar na árdua missão, do controle emocional no cumprimento do dever e não ter revidado à injusta agressão e outros tantos questionamentos se invertidos os papeis.

Assunto encerrado; como dito em outros posts, polícia é comparada à Geni da música composta por Chico Buarque – feita pra apanhar e boa de cuspir. Sangue escorrendo na face e no uniforme policial faz parte da atividade.

Aproximando a imagem, é possível ver o nome do policial – EDMILSON.

Tags:, , ,

>Link  

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *