ENCONTRE SEU CELULAR
   Flávio  Saraiva  │     13 de maio de 2015   │     9:10  │  0

ENCONTRE O SEU CELULARA BBC de Londres traz matéria sobre importante ferramenta para os usuários de telefone celular, algumas já muito empregadas pelos mais cuidadosos e temerosos em perder agenda, fotos, senhas, mensagens, vídeos e aplicativos.

A agência de notícias analisou as ferramentas que possibilitam ao usuário encontrar seu smartphone, independente do sistema operacional usado; vejamos.

ANDROID

O Google disponibiliza ferramenta em que o usuário digita apenas “find my phone” (encontre meu telefone) na busca. É necessário o uso de um navegador que esteja logado na conta do Google à qual o telefone está ligado.

Além de mostrar o lugar onde está seu celular em um mapa, o usuário também pode fazer o aparelho tocar no volume máximo para ajudar na busca, quando esquecê-lo em local próximo.

Em caso de roubo, o dono do aparelho pode ir até o site do Google Device Manager e lá é possível travar o aparelho ou apagar todos os dados contidos nele.

APPLE

Os aparelhos da Apple podem ser rastreados exatamente da mesma forma, quando o usuário se loga no iCloud, podendo ver a ferramenta “Find My Phone” e todos os outros dispositivos ligados à mesma conta.

WINDOWS

No telefone celular Windows, o usuário também precisa estar logado na conta com o aparelho celular para funcionar.

Em comum, as três ferramentas necessitam que os smartphones estejam ligados e conectados à internet, portanto, com bateria carregada.

A novidade é a ferramenta que funciona mesmo com o telefone sem bateria, o aplicativo Lookout que usa uma tecnologia chamada de “signal flare”, anotando a localização do aparelho na última vez em que ele estava conectado à internet, oferecendo assim um ponto de partida para a investigação.

Existem no mercado outras ferramentas que fotografam o ladrão que manipula o telefone roubado; em seguida as fotos são enviadas por e-mail ao proprietário vitimado.

No final da matéria, um alerta ao usuário para que não realize as buscas sem o conhecimento e auxilio da polícia, sob pena de maximizar riscos e perdas. Acompanhei um caso em que o usuário vitimado, desconsiderando e/ou desconhecendo a recomendação, fora acusado de invadir o domicílio do receptador e ter praticado a conduta criminosa tipificada como exercício arbitrário das próprias razões.

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